Lectura

Caminhos

Por Catarina Dinis Pinto/ Nina · Portugal · Poesía

Caminhos
Cores tão indiferentes que vivem no caminho,
onde nada tem sentido,
o portão e as suas heras,
mantém -se como forma de resistência,
sonhos embalados pela utópica saudade,
nada parece se encaixar,
nas é mesmo assim o labirinto da vida,
a verdade também tem a sua própria luz,
ainda que por vezes nos esquecemos da realidade,
mesmo na indiferença existe salvação,
na ordem do equilíbrio vai -se perpetuando,
ainda que sem logica neste caminho sem retorno,
obsoleta verdade pelo qual vivemos presos,
afastado por ela mesmo,
de quem já não tem mais razão para compreender,
há sempre espaço par de novo despertar,
nas sombras tudo se sobrepõe,
parece que nada parece ter fim,
sem medo de caminhar há que seguir.
Catarina Dinis Pinto

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